lunes, 21 de junio de 2010

Resumo: Capítulos 13, 14 y 15

13. Assassino: Ele se tinha divertido com a reação indignada das pessoas pelo poema lido no jantar. Chocaram com a maldade da imaginação enquanto não se comoviam com a maldade da cidade. Eles não sabiam que compartilhavam a mesa com um ser mais cruel que qualquer livro. Ele pensava que:”O inferno alheio é o seu paraíso”. Não chamavam de crueldade apenas porque os animais imolados serviam de alimento... ele achou que essa era a diferença... talvez se comesse.... Leu outra vez o livro sobre como trinchar.

As fotos confirmaram que a jovem que procurava Sherlock era a mesma que Sarah tinha visto no teatro. O detetive foi várias vezes ao teatro assim a procurava, ainda chegava depois, então resolveu ir muito mais cedo.
Tinha o terno branco feito pelo alfaiate, encontraram-se ao sair e ela pediu desculpas por não tinha esperado a noite da agressão. Ela soube pelo jornal que seu salvador tinha sido o inglês que nesse momento tinha feito um convite para jantar. Foram ao jardim botânico. A lagoa era bela, só se tornava incômoda pela mortandade dos peixes quando baixava o oxigênio das águas.
O dono do restaurante Campestre tinha infinita paciência com os boêmios só tinha cortado o crédito ao Fernando Limeira, jovem de excelente família que sempre tinha estratagemas para arranjar dinheiro. Em uma oportunidade, ao inaugurar uma línea de ônibus, tirou dinheiro de uma loja dizendo ao dono que ele poderia fazer uma parada dos ônibus na porta da loja, então, as pessoas comprariam muito em seu negócio. Até tinha pintado a parada! Ao se dar conta os responsáveis da línea repintaram o poste, mais já tinha feito “a mordida”. Este jovem não tinha fiado no Campestre.
Sherlock, Anna Candelária, Pimenta, Salles, Chiquinha estavam no Campestre quando ele chegar. Anna Candelária disse que não tinha ido à delegacia porque tinha medo já que sua profissão era confundida com a prostituição e não podia dar descrição do assassino porque estava muito coberto. Só lembrava os olhos que faiscavam na escuridade.
Sherlock insinuou que podia ser alguém de essa mesma mesa, que qualquer um podia ser o assassino, qualquer um menos ele, Watson e Anna Candelária. Os primeiros porque não estavam na cidade nesse momento e ela porque foi uma agredida...Também podia ser uma mulher.... o certo que tinha uma força descomunal característica dos locos em crise... Mello Pimenta disse que seu chefe aconselhou a ele que visitara um hospício para falar com um alienista, assim tinham uma inspiração. Também falaram da inseguridade do Rio de Janeiro que já tinham morto 15 pessoas... nessas estavam quando chegar Fernando Limeira bêbado e discutiu com o dono de bar, ele disse que tem preços altos, a verdade era que não tinha crédito.
Anna Candelária pediu a Holmes para ir a seu hotel quando chegarem, os dois estavam muito felizes ele buscou cocaína, tinha aprendido a usá-la com Freud na hipnose, ela ofereceu cigarros índios feitos com cannabis. Holmes disse que jamais teve intimidade com uma mulher ao que Anna não acreditou já que no Brasil os meninos de 11 anos já esfregavam mucamas e escravas. Sherlock só teve interesse na criminologia... Como não tinha sentido nada com o cigarro, ele abusou e viu tudo muito estranho e depois, ficou dormido. Acordou com um grito forte de Watson que estava sonhando e estrangulava o travesseiro, Holmes deu-lhe uma bofetada. Ele tinha sonhado que Anna Candelária era sua mãe.

14. Neste capítulo se falou da Santa Casa da Misericórdia disse que fazia mais de 200 anos que chegavam providências, que ali eram deixados em abandono os meninos recém nascidos. Uma abertura, chamada de “a roda” porque tinha um cilindro giratório recebia os bebês indesejados, o cilindro girava e o abandonado desaparecia no interior onde o esperavam as Irmãs de caridade. Os recolhidos aprendiam a ler, escrever, trabalhos... as meninas que se casaram receberiam uma dote oferecido pela irmandade. O fundador tinha sido Romão de Mattos Duarte (dados reais). Nessa casa trabalhava Carolina de Lourdes, menina de 17 anos, acreditou nas promessas de Ariel Lemos e tinha engravidado, seu pai expulsou-la da casa e morou na casa de sua tia. Ela tinha tido um filhinho que nasceu doente e depositou na madeira da Roda, ao voltar inteirou-se que o menino morreu, então começou a servir na casa como ama externa. Dedicava-se com muita paciência a sua tarefa, ela saiu depois das 11 horas de essa noite chuvosa, seu pai não estava, o carro não tinha podido passar e não quis se quedar a dormir. Ela foi morta pelo assassino com a adaga que atravessou seu pulmão, ele tinha aberto o ventre, arrancado o fígado que esfregou em seu próprio rosto.
Sherlock acordou-se com a boca seca por excesso de cannabis, seus pensamentos eram interrompidos pelas imagens de Anna Candelária, pegou seu violino e improvisou, ficou sentado, fumando o cachimbo e tocando... chegou Inojosas para avisar que Pimenta tinha telefonado para dizer que houve um crime na noite.

15. A chova continuava, em um carro eles iam à cena do crime. O cocheiro falava do
aqueduto, da corrupção dos governos que fizeram desaparecer dinheiros destinados aos serviços estando fechados com três chaves que estavam em poder de diferentes pessoas.
Ao chegarem, estavam os policiais e os curiosos. Nesse momento chegarem os papa-defuntos para levar o cadáver da menina que trabalhava na instituição de beneficência. Uma das irmãs tinha descoberto o corpo. As características eram as mesmas. A preocupação de todos era que todavia o assassino tinha uma corda no violino.
Holmes teve uma vertigem e disse que abusou dos cigarros índios (os negros chamavam de pango ao cannabis) era só isso, iria a observar a necropsia com Pimenta e seu chefe Sarávia que tinha perdido um olho na guerra do Paraguai por uma infecçãoi.
Sarávia disse que para sua sensação tinha que beber cachaça, como não sabia o que era, explicou para ele. Watson sugeriu que colocasse um pouco de laranja ou limão e adicionasse um pouco de açúcar e gelo. Tinham inventado a caipirinha. O nome vinha dos garçons já que disseram que foi ou caipira quem inventou, o menorzinho, o caipirinha!.
O Necrotério tinha cheiro a vida pelos adores das comidas da cozinha do hospital. Na autopsia todos olhavam de longe, mais Sherlock estava inclinado na mesa seguindo todo atentamente. Ele sabia de anatomia também e achou que os órgãos da menina tinham sido recolocados na cavidade. Ele examinou o fígado atentamente, tinha sinais de unhas e impressões profundas dos dedos, o assassino tinha esfregado o fígado em seu próprio rosto. Tratava-se de um louco. Os dados não podiam ser analisados, ainda não dava certo o estudo de Vucetich. Ao chegar o pai da menina se deu um jogo macabro com o fígado dela que terminou nas mãos de seu pai. O pai tinha culpas pelo sucedido, por sua intransigência... Pimenta fez as perguntas necessárias ao pai enquanto Holmes analisava as roupas rasgadas. Sherlock descobriu uma crina de cavalo que guardou em seu bolso.
O pai daria boa aparência a menina para seu enterro...