jueves, 24 de junio de 2010

Resumo: Capítulos 16, 17 y 18

16. Sherlock tem se disfarçado de marinheiro para não ser reconhecido quando ir ao hospício. Pimenta se surpreendeu ao vê-lo chegar.
Eles falaram com o diretor alienista quem disse que as pessoas que estavam no hospital, não tinham que ser chamadas de loucos, senão de alienados. Os três falaram do fígado da menina.
O diretor tinha conhecido casos piores e falou que segundo as patologias podia se conviver muito tempo com um doente sem presenciar nenhum ataque. Comenta também de um médico internado que é alienado e canibal. Estava recluído com os furiosos. Sherlock e Pimenta resolveram vê-lo, foram conduzidos pelas úmidas galerias. O local era horrível, os alienados estavam em celas com grades.
O doutor-alienado tinha posto um aparelho de metal onde só se viam os olhos e os beiços e se atava na parte traseira do pescoço*. A explicação que deram para os investigadores foi que comiam pedras e terra até morrer. Além disso, o homem não podia ler os jornais porque tinha comido um dedo a um enfermeiro.
A indicação foi de não se aproximar de ele.
O alienado falou que sabia que chegariam e que ele creditava que o assassino tinha sua mesma patologia e não havia nada mais delicioso que a carne humana. Que a sociedade era o verdadeiro problema já que primeiro o adoecera e depois o condenara que ele era um enfermo social.
O doutor alienado deu para eles uma charada assim não perdiam a viagem.

*
As máscaras eram as mesmas que usavam as pessoas que trabalhavam na mineração já que eles se suicidavam comendo pedras e terra e se chamava de máscara de Flandres.

17. Pimenta e Sherlock ficaram muito curiosos com a charada, tratavam de encontrar as pistas enquanto iam a almoçar à casa de Pimenta. A mulher tinha preparado o que para ela era saboroso e a eles deu náuseas, fígado de porco.
Anna Candelária parecia não quer sair com Holmes, ficava sempre ocupada, ensaiava, atuava... Watson for mordido por uma cobra, Sherlock demonstrou que sabia também de venenos de cobras.
Foram ao palácio de D. Pedro em Petrópolis para analisar o poema que deu o Dr. Aberdal que nomeava a Paulo Barbosa (o mordomo foi o que nomeou de Petrópolis â cidade onde D.P.II tinha o palácio...). D.Pedro II tinha comprado uma fazenda que foi hipotecada e o mordomo conseguiu pagar, então arrendou uma parte e na outra fizeram o palácio.
A mulher de Pimenta interpretou que a charada disse que o assassino pertencera à corte ou a frequentava.
José White faria um concerto para uma filha do Imperador, ao qual iriam todos, só não iria Anna Candelária porque teria que trabalhar. Sherlock experimentou uma sensação de nostalgia, ao mesmo tempo doce e dolorida, a saudade.
O nível dos músicos era muito bom, como Holmes também tocava violino foi chamado ao proscênio. Ele fez alusão à troca de violinos e White fingiu não entender.
Salles pulou para o palco e começou a tocar o violino, participou de um duelo musical brilhante com Holmes, o auditório aplaudiu de pé.
Sarah disse que queria beijar aos heróis e que era impossível disser quem era melhor, Sherlock só lamentou que Anna não estivesse para participar do sucesso que ele teve.

18. O assassino estava planejando outro crime, o da mulher que tinha desencadeado dentro dele isso que queimava seu corpo. Ele tinha roçado sua mão, era poderosa e frágil, tinha vestidos indecorosos... ninguém ia poder impedir o desenlace. Petrópolis seria o mausoléu perfeito para a grande puta.

Todos assistiriam à inauguração das corridas de cavalos no Jockey Club em roupas adequadas para a ocasião. Os anúncios no club mostravam os regulamentos para poder entrar.
Foi também Fernando Limeira, seu objetivo era fazer estafas para ficar com dinheiro. Então fazia propostas aos presentes calculando que sempre teria um benefício.
Cada um falava de suas coisas, D.Pedro das águas de Araxá (município de MG), que faziam bem ao reumatismo. A baronesa lia para Salles uma notícia no jornal sobre o dolo de violinos. Sherlock analisava os cavalos. Miguel Solera de Lara achava ridículas e patéticas as vestimentas onde ostentavam elegância.
Ao começar as carreiras Sarah e Philippenão tinham chegado, foram demorados por uma manifestação. Na noite, ao sair do teatro, tinham receios que foram seguidos.
Ao terminar as carreiras, Sherlock foi à cocheiras, queria olhar os cavalos. Salles se ofereceu a acompanhá-lo já que ele podia ingressar livremente. Holmes puxou uma lupa e começou a olhar. Arrancou uma crina do rabo de um cabalo, o animal fez muito barulho e veio um dos cavalariços que deu um soco em Holmes, ele era boxador. Mais o homem apresentou combate capoeira, eles se identificaram.
Holmes retirou do bolso o pêlo y juntou com o que arrancara ao cavalo e disse que achava que o assassino frequentava cavalos.
Salles reparou que a substância que embebia os dois fios era diferente, e a substância da crina que tinha a saia da menina, a era breu. Disse que o breu se usava nos arcos dos violinos.