martes, 6 de julio de 2010

Resumo: Capítulos 20 -21

20. Sara Bernhardt preparava um memorável fim de estadia no teatro. Todos os ingressos tinham sido vendidos. Holmes se preparou para ir mais chegou Mukumbe com uma ordem de levar eles ao candomblé, estava relacionado com os assassinatos, Oba Shité tinha recebido uma informação sobre o assassino.
Foram, ali se praticava o ritual da religião Ioruba. Dançavam, cantavam... o rei Oba ordenou o acompanharem e foram ao altar dos Orixás. Atiraram as conchas na frente de Sherlock e disseram que era filho de Xangô.
No princípio os Orixás não se manifestarem. Watson captou os fluidos e baixou seu orixá de cabeça... era um exu-fêmea (pomba)... Watson (pomba-Gira-Watson) aproximou-se a Sherlock muito sedutor... Pela reação afirmaram que o assassino era um homem de muito dinheiro e ainda ia matar a outra mulher já que a pomba-gira pedia sangue. Depois pediu para desincorporar... não queria dizer mais nada. Mukumbe pegou a faca e degolou a ave sobre a cabeça do Watson, terminando assim a possessão. Watson lenvantou-se zonzo. Tinha se esquecido tudo.

21. Neste capítulo uma turma alegre despede a Sarah Bernhardt, eram o duplo dos que iram a recebê-la. Tinham enfrentado todos os obstáculos para poder cumprimentar quando ela ia embora. Iam com lenços das cores da bandeira de Sarah e ela tinha uma bandeira brasileira. Os intelectuais e a companhia de Anna Candelária também estavam com a turma, enquanto Watson tentava eliminar os vestígios de sangue de seu corpo, atribuía o acontecido a uma brincadeira de mau gosto.
Anna estava triste e Sherlock lhe propôs que fora com ele a Londres. Ela disse que era difícil aceitar, no Brasil tinha seu lugar. Ao chegar Mello Pimenta comenta para Holmes que tinha recebido uma carta do assassino mais não dava lê-la em público. No Rio estava um criminalista que estava fazendo o doutorado e ele podia os ajudar com o perfil do assassino, era Nina Milet. Sherlock achou válida a sugestão de falar com ele.
Foram todos ao restaurante Lacombe no cardápio tinham platôs variados mais o recomendado era a cobra. O animal inspirava horror mais falaram que era muito gostoso se estava bem preparado. Só Albertinho Fazelli comia, iam ali pelo ambiente descontraído.
Tinham juntado mesas o doutor Nina Milet estava entre eles. Leram a carta onde falava das pistas e que ainda tinha uma corda no violino. Assinava Oluparun (o Destruidor).
A leitura que fez Nina Milet foi que era um homem letrado, provavelmente um mestiço já que os negros pertenciam a uma raça inferior, o mestiçagem tinha gerado seres degenerados (teoria de Gobineau, Ver no blog: Joseph Arthur de Gobineau 1816-1882) José Patrocínio respondeu a ele com energia. Nina Milet seguiu explicando a teoria que relaciona os criminosos com as medidas e forma do crânio da raça negra. Sherlock o interrompeu dizendo que se fosse assim,em Londres não haveria assassinos.
As orelhas significavam uma forma de fetichismo e as cordas poderiam ser só brincadeiras... Solera de Lara disse que talvez para ele, a mulher fosse o símbolo da perversão dos costumes desses dias...